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Diretor da agência negou relatório à CPI em última oitiva, realizada na segunda-feira (5)
A Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos) entregou à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Câmara o relatório atualizado sobre o serviço de transporte público de Campo Grande.
Conforme o presidente da comissão, vereador Dr. Lívio (União Progressista) disse ao Midiamax que o prazo para a entrega do documento se encerrava nesta terça-feira (7) às 17h e agência encaminhou relatório às 16h30.
Na última oitiva, realizada na segunda-feira (5), o diretor-presidente da Agereg, José Mário Nunes da Silva, se recusou a fornecer o relatório e episódio foi classificado como ‘show de horrores’ pela vereadora Luiza Ribeiro (PT). José Mário havia afirmado que já possuía o relatório, finalizado em 30 de abril, com as informações sobre o Consórcio Guaicurus e o serviço na Capital. Inicialmente, disse que o documento foi encaminhado para o TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul). No entanto, corrigiu a informação no fim da oitiva, dizendo que ainda seria enviado.
Além disso, apontou que haverá notificação ao Consórcio. Logo após, vereadores solicitaram o relatório.
Porém, José negou o acesso. Disse que a presidência deveria solicitar formalmente o documento. Assim, destacou que “não faria sentido não fornecer para eles [CPI]”. No mesmo sentido, o vereador Coringa (MDB) solicitou a apreensão do relatório.
Contudo, o presidente da Comissão, Lívio Leite, negou e considerou “desnecessário” o pedido de apreensão. Então, disse que receberam alguns dados já na oitiva. “Acho que é desnecessário”, criticou Lívio. “Continuo afirmando que é importante. [José] não poderia sair daqui dessa sala com esse documento”, rebateu Coringa.
Por fim, Luiza disse que o presidente da Agência usou a oitiva para “ficar a tarde toda falando que não sabe e no fim sacar uma auditoria”.
Assim, votaram sobre a solicitação do documento ou apreensão. O presidente sugeriu prazo de 24h para entrega do relatório.
Foram contrários ao prazo e favoráveis ao pedido de apreensão: Luiza Ribeiro e Coringa. Lívio Leite, Ana Portela (PL) e Maicon Nogueira (PP) votaram pelo prazo de 24h.
Diretor negou acesso
Justificou que seria feito o envio ao TCE. No entanto, a vereadora Luiza disse que “o TCE-MS é acessório da Câmara”.
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