Dourados
Conjuntura? “Municipal eu tenho ressalvas porque o projeto de governo usado pelo prefeito daqui é meu!”
Fala foi feita em entrevista ao Folhacast do Jornal Folha de Dourados pelo Professor Léo, pré-candidato a Deputado Estadual pelo partido Novo de Dourados, onde apresentou parte de suas propostas e ideias.
Publicado
1 hora atrásem

- Por: Josseles José da Silva
23/06/2026
Dourados/MS – Na tarde de Segunda-Feira dia 08 de junho de 2026, o Pré-Candidato a Deputado Estadual Professor Leonardo Pescinelli Martins, mas conhecido como Professor Léo, concedeu uma entrevista ao podcast do Jornal Folha de Dourados, o Folhacast. Na oportunidade, o professor disse que é oriundo da cidade de Agudos, situada no interior do Estado de São Paulo, onde iniciou a carreira docente aos 17 anos. Em Dourados a 09 anos, contou que chegou à cidade em decorrência da efetivação de sua esposa em concurso público da Universidade Federal da Grande Dourados, onde iniciou a carreira docente no município, atuando em 18 das 24 escolas estaduais da região e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de MS, IFMS campus Dourados.
Sobre política, disse que começou a se envolver pelos estudos. Graduado em Filosofia pela Universidade Sagrado Coração, especialista em Filosofia pela Faculdade Internacional Signorelli, também graduado em Ciências Sociais pela Universidade Sagrado Coração e graduando do 9° semestre em Bacharelado em Direito da Faculdade Anhanguera de Dourados, relatou que inicialmente possuía dom para música, porém, em se tratando de Agudos, não havia muito campo para o trabalho, foi quando da observação de um nicho específico e da relação entre Arthur Schopenhauer e a música interessou-se pela filosofia. Nela, dentro das tetralogias platônicas, deparou-se com a obra Górgias, um diálogo filosófico entre Sócrates, Górgias, Polo e Cálicles, cujo debate trata de uma discussão sobre o sucesso na vida política estar relacionado ao exercício do poder e à busca do prazer pessoal, independentemente de considerações morais ou éticas, também, a obra O Príncipe de Nicolo Maquiavel, em que a política deve ser baseada no realismo pragmático e na eficácia das ações, e não em idealizações utópicas ou preceitos morais rígidos, ou seja, líder deve focar no que as pessoas realmente fazem, e não no que elas deveriam fazer. Maquiavel afirma que quem tenta ser bom em um mundo predominantemente mau caminha para a própria ruína, por essa razão deve-se aceitar o mundo como ele é e, como ele é? A busca incessante pela manutenção do poder. Irresignado, escolheu trilhar o caminho da política para tentar mudar essa realidade.
Conhecido como um “fiscal do povo”, durante a entrevista falou sobre denúncias feitas ao MPMS e dos resultados alcançados:
Na condição de manifestante denunciou ao Ministério Público Estadual que obrigou o prefeito Alan a adotar uma solução emergencial diante da crise nos cemitérios de Dourados. A falta de estrutura e vagas para sepultamentos vinha causando atrasos e constrangimentos às famílias, com corpos aguardando por enterro. A medida expôs a precariedade da gestão municipal, já criticada pela incapacidade de atender às necessidades básicas da população. A intervenção buscou garantir dignidade mínima nos sepultamentos, mostrando como a omissão administrativa pode gerar impactos graves até na despedida dos mortos.
Quatro anos após promessas de solução, o transporte escolar para os sitiocas de Dourados continuavam sem definição. A prefeitura anulou licitações milionárias e manteve contratos emergenciais, sem planejamento adequado. A empresa Brambilla, que chegou a prestar o serviço, foi considerada inidônea pelo Tribunal de Contas, e novas tentativas de contratação foram barradas por falhas nos editais. Enquanto isso, famílias rurais seguiam enfrentando atrasos e incertezas, com alunos sem garantia de acesso regular às escolas. O caso, também apresentado pelo professor, expõs a incapacidade da gestão em resolver um problema básico e recorrente, que deixava as comunidades inteiras à margem da educação.
Na gestão de Alan Guedes em Dourados (MS), o episódio dos uniformes escolares ganhou destaque negativo através da denúncia feita pelo Prof. Léo . A prefeitura atrasou a entrega de ambos, o que foi considerado por ele um “crime de lesa infância”, já que crianças ficaram sem roupas adequadas para frequentar a escola com dignidade. O caso expôs falhas graves na administração e reforçou críticas sobre descaso com a educação básica. Na gestão do atual prefeito (Marçal Filho), no primeiro ano não foi diferente, a demora revelou falta de agilidade e transparência na apuração de possíveis irregularidades administrativas, mesmo com a mudança de prefeito, a cidade continuava enfrentando problemas estruturais de gestão e fiscalização, problema que se resolveu neste ano.
Também partiu do professor a Notícia de fato que buscava apurar sobre as eleições para o Conselho Tutelar do Município, a qual tratava sobre a postura da coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres de Dourados. O documento levado ao MPE, levantava suspeitas sobre sua atuação e colocava em xeque a continuidade de projetos voltados ao público feminino. A denúncia trouxe à tona questionamentos sobre a condução das políticas e a credibilidade da gestão, criando um clima de instabilidade política e institucional. O episódio evidenciou como investigações e pressões externas podem comprometer estratégias de governo e afetar diretamente programas destinados à proteção e promoção das mulheres.
Léo não parou por aí, em 2023, surgiu, por parte dele, a denúncia de um suposto crime eleitoral envolvendo o então prefeito Alan Guedes e seu pai, levantando a possibilidade de sua inelegibilidade. O caso ganhou repercussão porque apontava irregularidades que poderiam comprometer sua permanência na vida política. Desde então, o processo seguiu em investigação, com idas e vindas entre órgãos de controle e pressão da sociedade.
Mais recentemente, em maio de 2025, a situação evoluiu: a denúncia feita por ele se transformou em caso de polícia, e as investigações apontam possíveis irregularidades eleitorais. Isso reforça a gravidade das acusações e mantém em aberto o futuro político do antigo mandatário, que continua sob risco de enfrentar consequências jurídicas e eleitorais.
No mesmo ano, partiu dele também denúncia afim de investigar o Portal da Transparência da Prefeitura de Dourados que estava desatualizado desde o dia 30 de setembro daquele ano. A ausência de informações atualizadas comprometeu o acesso da população a dados essenciais sobre gastos, contratos e ações da administração municipal. Essa falha levantou críticas sobre a falta de transparência e responsabilidade da gestão, já que o portal é um instrumento obrigatório para garantir controle social e fiscalização. O episódio reforçou a percepção de descaso com a prestação de contas públicas e expôs vulnerabilidades na governança da cidade.
Outro caso trazido à tona por ele, tratava de um pressuposto crime de assédio eleitoral envolvendo a Secretaria Municipal de Educação de Dourados à época e, atual vereadora (Ana Paula Benites). O caso levantou a possibilidade de afastamento da titular do cargo, já que as acusações indicavam uso de influência política dentro do ambiente escolar para favorecer determinados interesses eleitorais. A repercussão foi imediata, trazendo forte desgaste à gestão municipal e colocando em evidência a necessidade de investigação rigorosa.
Na mesma toada, questionou a alegada autogestão da CASSEMS e pediu investigação ao Ministério Público Estadual. A denúncia abriu uma sequência de episódios: primeiro, documentos internos mostraram fragilidades nas justificativas de parcerias financeiras; depois, a Cassems agendou reunião com o MPMS, enquanto o denunciante solicitou a presença de um observador civil. Em julho, a própria instituição admitiu vínculos com público externo e recebeu prazo para entregar contratos ao Ministério Público. Em agosto, surgiu o temor de colapso no atendimento devido à verticalização laboratorial, que poderia concentrar serviços e reduzir a qualidade. Finalmente, em setembro, o Conselho Superior do MPMS determinou a redistribuição do caso para uma nova promotoria, após recurso do denunciante, ampliando a pressão sobre a entidade.
É do professor também o pedido de suspensão da cobrança da “Taxa do Lixo”, a denúncia ao Ministério Público expôs irregularidades na cobrança da taxa de coleta de lixo em Dourados, dando início a uma série de desdobramentos. Logo em julho, a confusão se tornou oficial, com questionamentos sobre a legalidade e transparência da cobrança. Em setembro, a empresa responsável admitiu cobertura limitada da coleta seletiva, o que levou o MP a cobrar explicações. Em outubro, a Ambiental MS reconheceu danos e apresentou um cronograma de reparos, mas documentos oficiais revelaram que a taxa vinha sendo usada apenas de forma parcial. Já em fevereiro de 2026, a empresa confirmou a estagnação da coleta seletiva e a prefeitura admitiu que a Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR) ainda não saiu do papel. O caso expôs falhas graves na gestão de resíduos sólidos da cidade, revelando tanto problemas estruturais quanto falta de transparência na aplicação dos recursos.
Léo também denunciou a falta de engenharia de trânsito em Dourados, destacando que apenas o cidadão era punido enquanto o poder público permanecia omisso. Pouco depois, surgiram críticas sobre como o “recuso” institucional falava mais alto que o recurso técnico, evidenciando a precariedade da gestão viária e respostas às multas de trânsito. Em setembro, o MPMS cobrou explicações da Agetran após as denúncias de falhas no trânsito e respostas padronizadas com erros gramaticais, o que reforçou a percepção de descaso. Em outubro, as cobranças se intensificaram contra a prefeitura, apontando problemas de sinalização e abandono das vias. Já em fevereiro de 2026, o Ministério Público pressionou novamente a Agetran e a Semop, alertando para crime de desobediência em caso de omissão. O conjunto desses episódios mostrou como a ausência de planejamento e responsabilidade no trânsito de Dourados compromete a mobilidade urbana e expõe a população a riscos constantes. Porém, foi por conta das disposições determinacionais desse procedimento que as Ruas Manoel Rasslem e Leônidas Além conquistaram o recapeamento a muito aguardado pela população do BNH 4° Plano.
Partindo da Vereadora Isa Marcondes e do professor fez-se a “Maior das Vitórias”, com as denúncias de ambos, a Sanesul passou a ser alvo de críticas em Dourados por sucessivos descasos, chegando a correr risco de perder a concessão dos serviços de água e esgoto. A situação se agravou quando o Ministério Público passou a investigar os danos causados pela empresa, e em setembro as apurações avançaram com coleta de provas. No mês seguinte, o MP transformou a denúncia em procedimento formal de acompanhamento, ampliando a pressão institucional. Já em fevereiro de 2026, a promotoria intensificou as cobranças e a própria Sanesul citou até ações movidas por moradores, evidenciando o desgaste da relação com a comunidade. Porém, a “Grande Vitória” veio, a partir do monitoramento por parte do órgão público da reexecução de cerca 4.000 obras no município.
Também partiu, por parte do Prof. Léo, denuncia sobre uma vereadora de Dourados que passou a acumular polêmicas ao somar 84 horas de trabalho entre diferentes turnos, o que chamou atenção da opinião pública. Poucos dias depois, veio à tona que ela acumulava três cargos e recebia cerca de R$ 37 mil em salários, levando à abertura de denúncia por quebra de decoro e pedido de cassação. A Câmara, no entanto, rejeitou a denúncia, o que motivou o professor a recorrer ao Ministério Público para apurar a conduta dos parlamentares. Em setembro, o caso ganhou força no MPMS, que passou a investigar não apenas a vereadora, mas também a omissão dos demais vereadores. A defesa apresentada mostrou-se frágil diante das provas reunidas, reforçando a gravidade das acusações e mantendo o episódio como um dos mais controversos da política local. Atualmente o procedimento segue com o Conselho Superior (COSUP) do MPMS.
Seguindo na parceria de sucesso, Isa Marcondes e Prof. Léo, uma denúncia formal trouxe à tona suspeitas graves envolvendo uma universidade privada, apontando influência ministerial e uso de espaço público em benefício da instituição, além de valores elevados cobrados em cursos de medicina. Pouco depois, a universidade tentou censurar uma matéria baseada em documentos públicos e na denúncia apresentada, mas a Justiça rejeitou o pedido e reafirmou a primazia da imprensa investigativa. O caso seguiu em apuração, e em fevereiro de 2026 o Ministério Público Estadual ainda mantinha o processo ativo, embora sem movimentação desde novembro, o que reforçou a percepção de lentidão na análise. Atualmente o Processo segue em sigilo tendo pelo promotor responsável pelo caso, um dos palestrantes da “Semana Jurídica” da supracitada Universidade, situação que para Corregedoria e para o Conselho Superior do órgão, não foge à normalidade.
O professor também protagonizou denuncia apontando irregularidades administrativas na Prefeitura de Dourados na atual gestão do prefeito Marçal Filho. O documento destacava falhas na gestão pública, levantando suspeitas sobre práticas que poderiam comprometer a legalidade e a transparência dos atos administrativos. A iniciativa reforçou o papel da sociedade civil na fiscalização do poder público e abriu espaço para que o MPMS aprofundasse a apuração. O episódio evidenciou como denúncias individuais podem desencadear processos de investigação capazes de expor fragilidades institucionais e pressionar por maior responsabilidade na administração municipal.
Um ponto a se destacar da entrevista, trata do plano de governo que inspira ações da atual gestão municipal. Tal foi elaborado pelo professor, mas sem qualquer reconhecimento oficial. Isso conecta diretamente sua entrevista às práticas da prefeitura, mostrando que ideias originalmente suas foram incorporadas sem crédito pela gestão atual.
Print’s Screen’s obtidos com exclusividade pelo editorial do eita, pós-entrevista, mostram uma sequência de diálogos entre o Prof. Léo e a vice-prefeita de Dourados, Giani Nogueira, revelando bastidores importantes sobre o compartilhamento e uso do projeto de governo municipal.
Em 24 de setembro de 2024, o professor enviou à vice-prefeita o arquivo intitulado “Dourados, junto aos seus…”, descrevendo-o como seu projeto de governo, com observações em vermelho sobre o que deveria ser feito ou acrescentado à cidade. Ele também encaminhou as capas do projeto setoriais — referentes às secretarias — e mencionou suas denúncias feitas ao Ministério Público Estadual, reforçando seu papel ativo na fiscalização da gestão.
Nos dias seguintes, o diálogo evoluiu para uma troca de informações sobre promessas não cumpridas da administração anterior, especialmente as feitas em 2020. O professor detalhou pontos do antigo plano de governo, como o compromisso de trazer o capital intelectual da universidade local para a gestão pública, o uso do SISFRON para projetos de engenharia e melhorias na saúde e educação. A vice-prefeita confirmou o interesse nessas informações e solicitou o envio de documentos e análises, que o professor prontamente forneceu — incluindo o projeto de governo de 2020 em PDF, com metas específicas para educação e saúde.
As mensagens também mostram o professor propondo uma matéria jornalística para amenizar tensões políticas e reforçar o compromisso com a educação, além de pedir uma posição oficial sobre sua proposta. A vice-prefeita respondeu afirmando que prepararia uma nota sobre promessas feitas à categoria dos professores, reconhecendo a relevância do tema.
Esse conjunto de conversas reforça que o Projeto de governo do professor, de fato, inspirou ações da atual gestão sem reconhecimento público, evidenciando que o professor não apenas elaborou o projeto, mas também o compartilhou diretamente com membros da administração municipal, oferecendo análises, documentos e sugestões concretas. Nas palavras do professor, durante a entrevista “Municipal eu tenho ressalvas porque o projeto de governo usado pelo prefeito daqui é meu!”.
Sobre suas propostas, apresentou 07 Projetos de leis completos a serem apresentados caso eleito e, tendo sua candidatura aprovada na Convenção Partidária do Novo/MS, reforçando que ainda viriam outros a ser apresentados:
O PL 001/2027, determina que deputados estaduais de Mato Grosso do Sul e seus dependentes utilizem exclusivamente os serviços públicos de educação, saúde e segurança. A medida obriga o uso das redes públicas de ensino e do Sistema Único de Saúde (SUS), além de proibir segurança privada ou escolta pessoal. O descumprimento acarretaria processo por quebra de decoro parlamentar e sanções administrativas e penais. A proposta busca igualdade e transparência entre representantes e cidadãos, reduzindo a corrupção e aproximando os políticos da realidade da população.
Já o PL 002, tem como objetivo institucionalizar as pautas construídas pela AAPROEMS e pelo SINPROTEMP-MS para a Educação. A proposta busca corrigir lacunas históricas na legislação estadual sobre a contratação temporária de profissionais da educação básica, garantindo isonomia salarial, direitos trabalhistas e transparência administrativa.
Entre os principais pontos, o projeto assegura equiparação remuneratória entre professores efetivos e temporários, proteção mínima de direitos sociais (13º, férias, licenças e FGTS), e processos seletivos simplificados com validade ampliada e critérios objetivos. Também prevê regionalização das provas, lotação transparente e auditável, e vedação à quebra artificial de contratos, além de incluir hora-atividade e planejamento remunerado para professores de apoio e profissionais do acompanhamento educacional especializado.
A proposta ainda obriga o Estado a realizar concurso público para funções permanentes e a manter cadastro específico para as temporárias, evitando fusões indevidas. Em síntese, o projeto traduz juridicamente as reivindicações da categoria, promovendo valorização docente, continuidade pedagógica e segurança jurídica na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul.
O PL 003, cria a Política Estadual de Universalização do Saneamento Básico em Mato Grosso do Sul, com foco em ampliar o acesso à água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem urbana. Prevê a criação de um Fundo Estadual de Apoio ao Saneamento Municipal, com critérios objetivos de distribuição de recursos e prioridade para regiões vulneráveis e de fronteira. A execução será feita via Sanesul e PPPs, com metas anuais e monitoramento. O início está previsto para 2027, com universalização até 2029, visando reduzir desigualdades e combater doenças hídricas.
O PL 004, institui a Política Estadual de Prevenção, Tratamento e Reinserção Social de Pessoas com Dependência Química em Mato Grosso do Sul, com prioridade para o enfrentamento ao uso de crack e outras drogas. A proposta prevê uma rede estadual integrada, com centros regionais de atendimento, unidades de acolhimento, equipes multiprofissionais itinerantes e programas de reinserção educacional e laboral. O Estado poderá cofinanciar serviços municipais, destinando recursos para equipes técnicas, manutenção de leitos, campanhas educativas e projetos de capacitação. A política será articulada entre saúde, educação, assistência social e segurança pública, com plano quadrienal de metas e indicadores. O lançamento está previsto para 2027, com 20 centros operacionais e foco em polos urbanos e cidades de fronteira.
Já o PL 005, cria o Fundo Estadual de Infraestrutura Municipal e o Programa de Recuperação de Vias, Pontes e Equipamentos Públicos em Mato Grosso do Sul. O objetivo é financiar obras de mobilidade e acessibilidade, priorizando municípios com estradas precárias, pontes críticas e dificuldades de acesso a serviços essenciais. Os repasses dependerão de planos de trabalho aprovados pela AGESUL/SEINFRA, com contratos de manutenção de longo prazo. A previsão é iniciar em 2027 com 730 km de rodovias recuperadas e concluir etapas até 2037, beneficiando regiões como o Vale do Ivinhema e áreas de fronteira.
O PL 006, institui o Programa Estadual de Eficiência e Qualidade em Saúde e Educação nos Municípios de Mato Grosso do Sul. A proposta busca reduzir déficits de infraestrutura escolar e de unidades de saúde, ampliar a atenção primária e melhorar indicadores de aprendizagem e permanência escolar. Prevê ações como reformas, informatização de dados, capacitação de gestores e equipes técnicas, além de repasses condicionados a metas de desempenho. O monitoramento será feito por auditorias e órgãos de controle, com implantação prevista para 2027 e metas até 2030.
Por fim, o PL 007, assegura ao cidadão do Mato Grosso do Sul o direito de importar medicamentos não registrados no Brasil para uso próprio, desde que haja prescrição médica, e determina que a Secretaria de Saúde acompanhe e fiscalize essas importações para garantir segurança. Proíbe restrições baseadas apenas em marcas comerciais sem fundamentação técnica pública e transparente, e autoriza convênios com universidades e laboratórios para realização de testes de qualidade e segurança. A proposta busca equilibrar proteção sanitária com acesso ao tratamento, evitando reserva de mercado e assegurando transparência nas decisões regulatórias. No caso, o professor foi enfático ao se referir à Tizerpartida.
A entrevista completa pode ser assistida através do link: https://youtu.be/RSSn4JQRxgc?si=ZOIX_uD1tgR1rJ9W
Fonte secundária:
O Jornal Eita! acredita no Jornalismo comprometido com a verdade dos fatos e com a ética, trazendo sempre os principais fatos de Dourados e região, além dos destaques nacionais e da mídia. E-mail para Contato: eitajornal01@gmail.com Telefone para Contato: (67) 9 8152 - 9853

























Você precisa estar logado para postar um comentário Entrar