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Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (23/04) em queda de 0,74%, aos 194.520 pontos, dando sequência ao movimento vendedor recente. O Ibovespa recuou novamente e encerrou aos 191.378 pontos, refletindo um ambiente de maior aversão a risco diante da intensificação das tensões no Oriente Médio. No exterior, os principais índices em Wall Street também fecharam em queda, enquanto o avanço do petróleo acima de US$ 100 reforçou a preocupação com inflação e crescimento global, mantendo os investidores cautelosos.
No Brasil, o movimento foi pressionado pela queda de VALE3 e dos bancos, apesar da alta de Petrobras (PETR3; PETR4), em meio a um cenário de realização de lucros após máximas recentes. Para o trader de mini-índice, o contexto indica continuidade do movimento corretivo no curto prazo, com volatilidade elevada e mercado sensível ao fluxo externo e ao comportamento das commodities.
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No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice mantém um movimento de baixa, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que sustenta o domínio do fluxo vendedor no curtíssimo prazo. Para continuidade da queda, será necessário o rompimento da região de suporte em 194.425/193.955. Perdendo essa faixa, o índice tende a acelerar as perdas em direção a 193.575/192.735, com alvo mais longo em 192.100/191.160.
Por outro lado, uma tentativa de recuperação passa pela superação da resistência em 194.910/195.315. Caso rompa essa região, o ativo pode buscar 195.930/196.420, com projeção mais longa em 197.040/197.530.
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No gráfico diário, observo que o índice acumula a segunda sessão consecutiva de queda e passou a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando ganho de força do fluxo vendedor. O candle recente reforça esse cenário, indicando potencial para continuidade da baixa. Para retomada da alta, será necessário superar a região de 195.440/197.985, mirando 200.785/203.835. Já a perda de 194.425/190.315 pode ampliar o movimento corretivo, com próximos suportes em 186.600/185.820. O IFR (14), em 48,61, segue em região neutra.
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No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice mantém a trajetória de baixa, operando abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, o que reforça o viés negativo no curto prazo.
Para continuidade do movimento vendedor, será necessário romper a região de suporte em 194.425/193.575. Caso isso ocorra, o índice pode buscar 191.160/190.315, com alvos mais longos em 189.825/188.600. Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência em 195.775/197.040. Acima dessa faixa, o ativo pode avançar em direção a 198.935/200.785, com projeções mais longas em 201.765/202.975.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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Análise do gráfico de 15 minutos
WINM26: Gráfico de 60 minutos
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