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O Manchester United venceu o Manchester City por 2 a 1 neste sábado na final da Copa da Inglaterra, quebrou uma longa invencibilidade do arquirrival e conseguiu dar um pouco de brilho em uma temporada opaca. Com gols de Garnacho e Mainoo no primeiro tempo do jogo disputado em Wembley, o United conquistou a competição de clube mais antiga do mundo pela 13ª vez e está a apenas um troféu do Arsenal, o maior vencedor com 14 conquistas. Doku, que entrou após o intervalo, marcou para o City no final da partida.
Há menos de um ano, o City venceu o United por 2 a 1 na final da Copa da Inglaterra para conquistar a segunda da tão cobiçada tríplice coroa, que viria uma semana depois com o triunfo na Liga do Campeões. No mesmo Wembley, o time vermelho de Manchester devolveu o placar e impôs a primeira derrota do adversário depois de 35 jogos no primeiro revés em 2024.
O título deste sábado deu ao United uma razão para celebrar na temporada, que terminou com a oitava colocação no Campeonato Inglês (o pior resultado do clube desde a temporada 1989/1990), a queda na fase de grupos da Liga dos Campeões e a eliminação nas oitavas de final da Copa da Liga Inglesa. A permanência do técnico holandês Erik ten Hag ainda é uma incógnita.
Apesar de não ter conseguido repetir a tríplice coroa da temporada passada já com a queda nas quartas de final da Liga dos Campeões diante do Real Madrid, o City vinha embalado por um feito inédito: a conquista pela quarta vez consecutiva do Campeonato Inglês. Nos dois jogos da temporada contra os rivais, o City conseguiu duas vitórias marcando seis gols e sofrendo apenas um.
No jogo deste sábado, a estratégia de Ten Hag para mudar este retrospecto funcionou perfeitamente no primeiro e pela primeira vez na história dois jogadores com menos de 20 anos marcaram na final da competição. Garnacho e Mainoo têm 19 anos.
No segundo tempo, o City foi dominante e criou várias chances. O United resistiu até os 42 minutos do segundo tempo, quando Doku arriscou de longe e venceu o goleiro Onana. O árbitro apontou 7 minutos de acréscimo. Foram 7 minutos para o City tentar buscar o empate, forçar a prorrogação e manter viva a esperança de mais um título. Não aconteceu.
(Estadão)
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