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2 anos atrásem

Os pais de um menino de dois anos de idade foram presos após serem acusados de matar o próprio filho. A criança, identificada como Rodrigo Junior Santos Queiroz, teria sido levada até a UPA 26 de Agosto em Itaquera, na zona leste da capital paulista, com dentes quebrados e hematomas no peito, mas ao chegar no local, já estava morta. Os médicos desconfiaram dos responsáveis e acionaram as autoridades na noite da quarta-feira, 20. As informações são do Cidade Alerta.
Em contato com a IstoÉ, a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), o caso foi registrado como homicídio qualificado e maus-tratos, e exames periciais no corpo do menino já foram solicitados. Os pais eram Rodrigo Pinheiro, de 27 anos, e Eliana da Paixão, de 21.
Na delegacia, ambos contaram que estavam tomando banho, e quando saíram, encontraram a criança com falta de ar, fazendo com que o suspeito tivesse de realizar manobras que deixaram ferimentos no peito do garoto. Quando questionados sobre os dentes quebrados e ferimentos nos lábios, o pai relatou que o menino tinha bruxismo, e rangia os ossos da boca ao dormir.
As autoridades afirmaram que o casal mostrava “frieza” durante depoimento, sem aparentar preocupação qualquer com a morte do filho, e constataram que manobras respiratórias não poderiam causar as lesões encontradas no corpo do menino. A avó de Rodrigo Junior Santos Queiroz explicou que ele havia crescido com ela, mas teria retornado à casa dos pais há cerca de quatro meses.
Em novembro deste ano, Rodrigo, o pai, e Eliana, teriam ido viajar e deixado a criança aos cuidados de uma babá, que percebeu hematomas no corpo do menino ao recebê-lo, alertando a avó, que também presenciou as lesões e estranheza no comportamento do garoto. Na ocasião, a vítima teria sido internada por três dias em uma unidade de saúde, e não queria voltar para casa.
“Chegando no hospital os próprios médicos nos falaram: ‘isso aqui não é uma quedinha simples, é maus-tratos, alguém batendo nele’. Ele (Rodrigo Junior Santos Queiroz) já estava sofrendo há muito tempo”, contou a avó. Desde então, os parentes passaram a tentar obter a guarda do menino na Justiça, e já preparavam um quarto para o neto assim que conseguissem.
Uma babá afirmou que já havia visto a criança desnutrida, e outra definiu os pais como negligentes. Uma cuidadora afirmou que presenciou o garoto engasgando com uma embalagem e a mãe apenas dizendo: “ele não morre não”. O pai de Rodrigo Pinheiro afirmou que o filho já havia agredido outras duas crianças e a ex-mulher, o suspeito já possui passagens pela polícia e foi flagrado certa vez tentando raptar a ex-companheira em Santos.
(Istoé)
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